Mostrando postagens com marcador VicioNet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VicioNet. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de novembro de 2013

Distúrbios psicológicos que a tecnologia pode criar



Transtornos psicológicos - tecnologiapostA Internet só não trouxe coisas boas para as nossas vidas. Mas é inegável a sua contribuição positiva em quase todas as áreas, apesar do seu lado negativo para muitas pessoas.

A tecnologia tornou a vida mais fácil e ajudou nas relações sociais muito mais do que pensávamos. Entretanto, para algumas pessoas ela foi maléfica ao ponto de criar distúrbios psicológicos que não existiam até então.
InternetO problema mais conhecido é a dependência da Internet. São pessoas que precisam ficar conectadas quase todo tempo, a tal ponto de ter a sua rotina prejudica. Este problema pode acarretar sérias consequências, como, por exemplo, a perda do emprego por estar navegando durante o trabalho ou a marginalização social: pessoas que só se relacionam com outras por meio de um monitor.
Celular - Transtornos psicológicosCelular - Em relação ao celular, já há vários distúrbios. O principal deles é a nomofobia, obsessão por telefone: pessoas que precisam do dispositivo o tempo todo na mão, ou que, em menos de um minuto, abrem várias vezes o aparelho em busca de mensagens.
A nomofobia pode se relacionar com a “síndrome da chamada fantasma”, ou seja, quando sentimos que o telefone toca ou vibra, mas não real. O cérebro está tão condicionado para não perder nenhuma chamada que confunde ou imagina sons inexistentes.
GoogleEfeito Google – Dizem que no Google se encontra tudo, mas devíamos deixar de procurar tudo lá, pois deixamos de exercitar nosso cérebro. É o chamado "efeito Google": em vez de tentar nos lembrar de algo, vamos diretamente ao site de busca.
Outro problema ainda mais grave gerado pelos sites de busca é o que os especialistas chamam de “cyberchondria”. Este é o caso de muitas pessoas, que quando têm um mal-estar ou acreditam estar com alguma doença vão pesquisar na Internet em vez de procurar por um médico. Outras vão além e decidem tomar remédios recomendados pela rede.
Redes_sociaisRedes sociais- Os transtornos relacionados às redes sociais geralmente atingem pessoas que querem se relacionar a qualquer custo. E o fazem por meio do monitor porque não conseguem pessoalmente. Neste caso, pode haver duas síndromes: o usuário tem muitos amigos na rede e que se comunicam somente por meio dela, ou que se deprima porque se sente solitária já que não consegue ter amigos o bastante ou simplesmente por não conseguir um número considerável de retweets ou likes.
Jogos-Online-Vicio em games. De acordo com um estudo patrocinado pelo governo da Coreia do Sul, cerca de 8% da população entre os 9 e 39 anos sofrem do vício da internet ou jogos online. Tanto que o governo promove desde 2011 a “Lei de Cinderela” que consiste em cortar o acesso a determinados jogos online entre meia-noite e 6 da manhã, focando-se em usuários menores de 16 anos.
Fonte:clavedosul.blogspot.com.br 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

8 novas doenças provocadas pelo uso da Internet

ciberdoenca - 170x170A Internet é um buffet infinito de vídeos de gatos, TV e Instagrams de celebridades. À medida que a Internet evoluiu para ser onipresente da vida moderna, testemunhamos o aumento de uma série de transtornos mentais distintos ligados diretamente ao uso da tecnologia digital. Até recentemente, esses problemas, amenos ou destrutivos, não tinham sido reconhecidos oficialmente pela comunidade médica. Algumas dessas desordens são novas versões de aflições antigas, renovadas pela era da banda larga móvel, enquanto outras são criaturas completamente novas.

Síndrome do toque fantasma
O que é: quando o seu cérebro faz com que você pense que seu celular está vibrando no seu bolso (ou bolsa, se você preferir)

Alguma vez você já tirou o telefone do bolso porque o sentiu tocar e percebeu depois que ele estava no silencioso o tempo todo? E, ainda mais estranho, ele nem estava no seu bolso para começo de conversa? Você pode estar delirando um pouco, mas não está sozinho. Segundo o Dr. Larry Rosen, autor do livro iDisorder, 70% dos heavy users (usuários intensivos) de dispositivos móveis já relataram ter experimentado o telefone tocando ou vibrando mesmo sem ter recebido nenhuma ligação. Tudo graças a mecanismos de resposta perdidos em nossos cérebros. "Provavelmente sempre sentimos um leve formigamento no nosso bolso. Há algumas décadas nós teríamos apenas assumido que isso era uma leve coceira e teríamos coçado", diz Rosen em entrevista ao TechHive. "Mas agora, nós configuramos o nosso mundo social para girar em torno dessa pequena caixa em nosso bolso. Então, sempre que sentimos um formigamento, recebemos uma explosão de neurotransmissores do nosso cérebro que podem causar tanto ansiedade quanto prazer e nos preparam para agir. Mas ao invés de achar que é uma coceira, reagimos como se fosse o telefone que temos que atender prontamente", completa. No futuro, com a computação vestível, há o risco da doença evoluir para novas formas, como, por exemplo, usuários de Google Glass começarem a ver coisas que não existem porque seu cérebro está ligado a sinais típicos do aparelho.

 Nomophobia

 O que é: a ansiedade que surge por não ter acesso a um dispositivo móvel. O termo "Nomophobia" é uma abreviatura de "no-mobile phobia" (medo de ficar sem telefone móvel). Sabe aquela horrível sensação de estar desconectado quando acaba a bateria do seu celular e não há tomada elétrica disponível? Para alguns de nós, há um caminho neural que associa diretamente essa sensação desconfortável de privação tecnológica a um tremendo ataque de ansiedade. A nomophobia é o aumento acentuado da ansiedade que algumas pessoas sentem quando são separadas de seus telefones. E não se engane, pois não se trata de um #FirstWorldProblem (problema de primeiro mundo). O distúrbio pode ter efeitos negativos muito reais na vida das pessoas no mundo todo. E é mais intenso nos heavy users de dispositivos móveis Tanto que essa condição encontrou seu caminho na mais recente edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5, ou Manual Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais) e levou a um programa de tratamento dedicado à Nomophobia no Centro de Recuperação Morningside em Newport Beach, Califórnia. "Estamos condicionados a prestar atenção às notificações dos nossos telefones", disse Rosen. "Somos como os cães de Pavlov, de certa forma. Você vê as pessoas pegarem seus celulares e dois minutos depois fazerem a mesma coisa, mesmo que nada tenha ocorrido. Isso é impulsionado pela ação reflexa, bem como pela ansiedade para se certificar de que não ter perdido nada. É tudo parte da reação FOMO (Fear Of Missing Out, ou medo de estar perdendo algo).

Fonte: oblogdoseupc.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Retiro para viciados em internet


Você tem um ataque de pânico quando esquece o smartphone em casa? Ou quando fica muito tempo sem entrar no Twitter ou Facebook? De acordo com o governo japonês, cerca de 518 mil jovens residentes no país, com idades entre 12 e 18 anos, são viciados na itnernet - e precisam de ajuda.

Para tentar ajudar estes adolescentes o Ministério da Educação do país afirma que, a partir do ano que vem, irá oferecer retiros. A ideia é que os estudantes fiquem em um mundo desconectado, completamente livre de computadores, smartphones e tablets.

Segundo o ministro, o vício não tem um impacto negatico apenas na performance dos jovens na escola, mas também na saúde deles já que muitos desenvolveriam distúrbios de sono e alimentares, além de depressão.

Para o retiro, o governo japonês pretende usar centros educacionais já existentes, com bastante espaço aberto. Lá, serão oferecidas sessões com psicólogos, além de atividades físicas. Depois de um programa com dias de duração, os jovens devem passar por uma reabilitação para serem inseridos, novamente, no 'mundo real digital'.